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Poétnica

Nei Lopes

 

_NEI LOPES LANÇA SUA POESIA COMPLETA

Poétnica, novo livro do escritor e sambista, reúne uma produção de mais de 40 anos de poesia

Nei Lopes teve seus primeiros poemas publicados em jornais na década de 1960 e desde então não parou mais. No dia 28 de março, ele lança Poétnica, volume que reúne toda sua produção, publicado pela Mórula Editorial. O autor, mais conhecido pelas verdadeiras pérolas do samba que compõe, preparou algo especial para o lançamento. No evento, “Nei Lopes, Samba & Poesia” as duas facetas do poeta e letrista estarão juntas. Em poemas de muito fundamento, mas com ginga também. E em sambas que são verdadeiros poemas.

O novo livro celebra e apresenta uma obra vasta, composta por versos que “desfilaram por variados temas e estilos, embora mantendo sempre o DNA do início, onde a condição de afrodescendente jamais foi ocultada”, como ressalta Salgado Maranhão em sua apresentação.

Nei Lopes publicou suas primeiras poesias em jornais e na revista Civilização Brasileira (1966), pela mão do diretor responsável M. Cavalcanti Proença. Na década seguinte, o brasilianista David Brookshaw, então professor da Queen’s University, de Belfast, publicou o texto ‘Quatro poetas negros brasileiros’ na Revista de Estudos Afro-Asiáticos. Nesse texto, o teórico inglês analisou a produção de Nei Lopes, reunida num volume intitulado ‘Feira Livre’, jamais publicado, comparando-a muito positivamente às de Lino Guedes, Solano Trindade e Eduardo de Oliveira. Entretanto, somente em 1996, Nei Lopes lançou um livro reunindo suas poesias: ‘Incursões sobre a Pele’, publicado pela Artium Editora.

O novo volume, então, compila toda a poesia do autor, uma verdadeira ilha criativa, nas palavras de Maranhão, produzida no período de 1966 a 2013. São mais de 100 poemas que encontram sua unidade na própria trajetória de Nei, a sua já reconhecida marca pessoal: “o resgate da origem e a afirmação deste traço no painel da cultura brasileira”, como resume Maranhão.

Sobre essa marca, Muniz Sodré, em seu prefácio, enfatiza a importância da tradição na obra de Nei Lopes. Não uma tradição engessada, mecânica. Mas aquela que se manifesta num misto de criatividade e resistência. Poétnica, afirma o escritor, invoca uma “memória ativa de um outro padrão civilizatório, não dominante, mas predominante nas formas de vida do povo nacional”.

_SOBRE O ATUOR:

Nei Lopes, é compositor e intérprete de música popular, escritor e estudioso das culturas africanas, no continente de origem e na Diáspora. Bacharel em Direito e Ciências Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da antiga Universidade do Brasil, atual UFRJ, tem publicada em livro vasta obra toda centrada na temática africana e afro-originada.

Entre seus livros publicados contam-se, principalmente os seguintes: A lua triste descamba (romance, Pallas, 2012); Dicionário da hinterlândia carioca (Pallas, 2012); Esta árvore dourada que supomos (romance, Babel Editora, 2011); Dicionário da Antiguidade Africana (Civilização Brasileira, 2011);Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana (Selo Negro, 4ª.ed., 2011); Oiobomé, a Epopéia de Uma Nação (romance, AGIR, 2010); História e Cultura Africana e Afro-brasileira (Barsa-Planeta, Prêmio Jabuti, paradidático, 2009); Mandingas da Mulata Velha na Cidade Nova (romance, Língua Geral, 2009); Vinte contos e uns trocados(Record, 2006); Novo Dicionário Banto do Brasil (Pallas, 2003 [2012]); Partido-alto, samba de bamba (Pallas, 2005).

_INFORMAÇÕES:

Formato:
192 páginas, 16x23cm

Apresentação:
Salgado Maranhão

Prefácio
Muniz Sodré

_LANÇAMENTO:

Local: Renascença Clube.
Rua Barão de São Francisco, 54 – Andaraí

Data: Dia 28 de março, às 20h

Ingresso: R$ 15,00

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